Capitulo 12
Já em casa, Leônidas dá pela falta dos filhos. Somente Gustavo e Augusta estão em casa. O menino está no quarto, terminando os deveres de Amanda para começar os seus. Leônidas então vai até o quarto de Augusta, onde ela está assistindo a CSI.
Leônidas: Augusta? Ah, aí está você!
Augusta: Ah, desculpa, Dr. Leônidas. Eu cansei de esperar por alguém e vim pra cá. Nem o Gustavo não quis comer ainda…
Leônidas: Ué? Mas a quanto tempo ele está lá?
Augusta: Ah, desde que o senhor saiu. Disse que era muito dever.
Leônidas: Bom, depois eu vou lá vê-lo. Por hora, preciso falar de nós.
Augusta: Também acho.
Leônidas: Bom, depois de tudo que aconteceu, é inegável que existe algo entre nós.
Augusta: Eu já disse. Eu amo o senhor desde que eu pisei nessa casa pela primeira vez.
Leônidas: E agora, eu não tenho como negar… eu te amo também, Augusta. O problema são os meus filhos. Não sei como eles reagiriam se soubessem.
Augusta: O que você quer dizer? Que vai esconder o seu amor dos seus filhos?
Leônidas: Apenas até o casamento do Lucas. Não quero interferir.
Augusta: Ah… Não sei se agüento tanto tempo…
Leônidas: Então deixa eu te compensar…
Augusta: Ah, desculpa, Dr. Leônidas. Eu cansei de esperar por alguém e vim pra cá. Nem o Gustavo não quis comer ainda…
Leônidas: Ué? Mas a quanto tempo ele está lá?
Augusta: Ah, desde que o senhor saiu. Disse que era muito dever.
Leônidas: Bom, depois eu vou lá vê-lo. Por hora, preciso falar de nós.
Augusta: Também acho.
Leônidas: Bom, depois de tudo que aconteceu, é inegável que existe algo entre nós.
Augusta: Eu já disse. Eu amo o senhor desde que eu pisei nessa casa pela primeira vez.
Leônidas: E agora, eu não tenho como negar… eu te amo também, Augusta. O problema são os meus filhos. Não sei como eles reagiriam se soubessem.
Augusta: O que você quer dizer? Que vai esconder o seu amor dos seus filhos?
Leônidas: Apenas até o casamento do Lucas. Não quero interferir.
Augusta: Ah… Não sei se agüento tanto tempo…
Leônidas: Então deixa eu te compensar…
Leônidas agarra Augusta e os dois se beijam demoradamente. Com medo de que alguém os veja, Leônidas se afasta.
Leônidas: Vamos com calma… Já pensou se o Gustavo, o Henrique ou a Marina nos vêem?
Augusta: O Gustavo tá trancafiado no quarto. O Henrique disse que vai ficar no turno da noite da delegacia. A Marina, eu não sei, mas deve estar vendo as coisas do casamento. Mulher, se é pra casar, vira o mundo de ponta-cabeça.
Leônidas: Mesmo assim. Devemos ser cautelosos. Vou ver o Gustavo. Quem sabe eu não tiro ele de lá?
Augusta: O Gustavo tá trancafiado no quarto. O Henrique disse que vai ficar no turno da noite da delegacia. A Marina, eu não sei, mas deve estar vendo as coisas do casamento. Mulher, se é pra casar, vira o mundo de ponta-cabeça.
Leônidas: Mesmo assim. Devemos ser cautelosos. Vou ver o Gustavo. Quem sabe eu não tiro ele de lá?
Leônidas vai então ao quarto de Gustavo. Ele, ao ouvir os passos do pai, rapidamente coloca o trabalho com o nome de Amanda atrás do computador. Quase ao mesmo tempo, Leônidas bate na porta.
Leônidas: Filho! Posso entrar?
Ele abre a porta, e vê Gustavo escrevendo o trabalho à mão. O garoto parece meio desconfortável.
Leônidas: Filho? Tudo bem? A Augusta me disse que você ainda não jantou.
Gustavo: Estou sem fome, papai, mas obrigado. Estou escrevendo uma redação pra aula de Geografia.
Leônidas: Mas que redação mais demorada é essa? Você sempre teve tanta facilidade em escrever.
Gustavo: Queria coletar mais material, pra redação ficar completa. Gosto de dar o meu melhor.
Leônidas: OK. Eu vou tomar um banho e daqui a meia hora, eu te chamo e nós dois vamos jantar.
Gustavo: Tá – (Leônidas sai, para alívio de Gustavo) – Ufa. Essa foi por pouco.
Gustavo: Estou sem fome, papai, mas obrigado. Estou escrevendo uma redação pra aula de Geografia.
Leônidas: Mas que redação mais demorada é essa? Você sempre teve tanta facilidade em escrever.
Gustavo: Queria coletar mais material, pra redação ficar completa. Gosto de dar o meu melhor.
Leônidas: OK. Eu vou tomar um banho e daqui a meia hora, eu te chamo e nós dois vamos jantar.
Gustavo: Tá – (Leônidas sai, para alívio de Gustavo) – Ufa. Essa foi por pouco.
No hotel, Marina está em estase. A voz que lhe falara surge agora na forma de um homem, todo de preto e totalmente mascarado, não deixando à mostra nem mesmo os cabelos.
Marina: Lucas… É você, meu amor?
O homem fica em silêncio, aumentando a curiosidade de Marina. Tudo que ele faz é lhe entregar uma folha de papel, onde está escrito “Pena eu não ter voz para poder lhe falar o quanto eu a amo. Preparei essa noite especialmente para nós”. Depois, ele a conduz até a mesa, abre uma garrafa de vinho tinto e a serve. Marina, que estava com fome, come a comida, um filé de picanha ao molho madeira e um belíssimo prato de macarrão, com gosto. O homem à sua frente levanta a máscara um pouco, o suficiente para comer. Marina em momento algum deixa de olhar para ele. Após o jantar, o homem lhe serve uma taça de sorvete, junto de outro bilhete: “É de pistache. Não achou que eu esqueceria do seu favorito, não é?. Marina está certa de que é Lucas.
Marina: Lucas, isso é muito romântico, mas chega de mistério. Eu sei que é você.
Ele nada diz. Apenas faz sinal para que Marina coma o sorvete, enquanto ele recoloca a máscara na posição. Enquanto isso, Gustavo finalmente acaba o trabalho.
Gustavo: Ufa! Finalmente acabei. Agora deixa eu jantar que eu tô com uma fome…
Gustavo está indo jantar, quando passa pela sala e ouve seu pai ao telefone. Pela conversa, fala com alguém importante.
Leônidas: Não! Já disse. Eu preciso dessa grana. A minha secretária descobriu todo o esquema e está me subornando. Como assim você não tem nada a ver com isso? É por sua causa que ela acabou descobrindo tudo. Você e essa mania de cartas… Prefiro por e-mail, é mais seguro. Que nada, esse tal hacker não me incomoda. Psiu, deixa eu ir. Meu filho deve estar vindo jantar. Amanhã nos encontramos na Câmara de Vereadores.
Gustavo corre para a cozinha, sem que o pai o veja. Ele pega um pouco de Caldo Verde. Pouco tempo depois, o pai entra.
Leônidas: Oi filho! Já está comendo? Nem quis me esperar. A fome falou alto, não foi?
Gustavo: Foi… Fiquei com fome sim. Mas acabei o trabalho.
Leônidas: Que bom. Vem cá, alguma coisa aconteceu?
Gustavo: Não. Por quê?
Leônidas: Por nada. Agora deixa eu pegar um pouco de caldo…
Gustavo: Foi… Fiquei com fome sim. Mas acabei o trabalho.
Leônidas: Que bom. Vem cá, alguma coisa aconteceu?
Gustavo: Não. Por quê?
Leônidas: Por nada. Agora deixa eu pegar um pouco de caldo…
Gustavo havia ficado intrigado com a conversa do pai. Ele realmente achava que o pai estava se metendo em algum crime. Ele termina pega mais um pouco de caldo e vai para a sala, assistir um desenho.
Enquanto isso, no Hotel Piazo, o clima fica cada vez mais apaixonante no quarto. Marina está cada vez mais impressionada com o romantismo. O homem coloca uma música de valsa, e os dois começam a dançar, colados um no outro. Seus rostos se aproximam e Marina fecha os olhos para beijá-lo. Ele tira a máscara e os dois se beijam apaixonantemente. Marina sente que quer que aquele momento dure para sempre. Depois de um longo tempo, eles se afastam. Só então ela abre os olhos e vê o homem, alguém que ela nunca havia visto antes. Ela fica chocada.
Marina: Q-quem é você?!
Fiquem ligados no próximo capítulo de Amor ao Contrario amanha as 15h00 da tarde no horário de brasília aqui no Esplay
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